Showing posts with label fashion. Show all posts
Showing posts with label fashion. Show all posts

Friday, 11 November 2011

Pantone-mania!

Quem não trabalha com arquitetura, interiores, moda ou design provavelmente nunca ouviu falar em Pantone. Mas se você é daquelas que ama qualquer coisa que tenha a ver com cores, adorava colecionar canetinhas, lápis e afins, e sabe a diferença entre ciano e magenta, provavelmente vai querer ouvir sobre a Pantone.

Em 1963 Lawrence Herbert criou um sistema de identificação de cores e o chamou de Pantone. Parece uma coisa super boba e que não faz sentido algum, mas se pararmos pra pensar um pouco, é impossível pensar como isso demorou tanto tempo pra ser criado! Branco é branco, e todo mundo reconhece branco. Mas e quando precisamos fazer uma blusa, pintar uma parede, criar um móvel ou um website que tenha uma cor meio salmão, meio goiaba que tem um tom um pouco menos rosado e mais voltado pro amarelado? Pois é... aí é que o bicho pega. Porque a minha concepção de "goiaba" é uma, a sua pode ser outra. Sem contar que, mesmo enviando arquivos com imagens de cores, a minha tela pode ter uma configuração diferente das outras, então nunca a cor sairá igual.

E no mundo em que temos hoje, com bilhões - se não forem trilhões! - de produtos sendo fabricados em outros países, até mesmo outros continentes, como é que se resolvem esses problemas? Fácil, com uma cartela Pantone. Você dá o código que tem na cartela e todo mundo se entende, sem precisar falar "goiaba asalmonado".




Existem cartelas especializadas pra moda e interiores (tecidos em geral), para design gráfico e para materiais de construção (plásticos, tintas, etc), isso porque os pigmentos fixam de formas diferentes nos materiais, então até nisso eles pensaram!! Hoje em dia todo mundo na indústria da moda usa a cartela Pantone - não posso afirmar sobre as outras, mas acho que também é assim! É a forma mais fácil que temos pra comunicar as cores, sem contar que as cartelas são a coisa mais linda do mundo!




Sou suspeita pra falar porque amo coisas coloridas, e fico desesperando quando vejo as cartelas da Pantone. Elas são MUITO caras - muita ênfase no "muito" - e só dá pra ter a mais simplezinha. Mas ó que a vontade de ter a de tecidos sinistrona é grande, viu... Imensa!


a maleta de 4500 dólares com todas as cores do universo em versão tecido que sonho em um dia ter... 


...e a cartelinha de 150 dólares que eu tenho, em papel mesmo.


Pra quem não trabalha com isso e não tem a menor justificativa de ter uma cartela Pantone em casa mas se amarrou (ou já se amarra!) no conceito, vale a pena colecionar os produtos que levam a marca Pantone. A empresa é super esperta e, sabendo do hype que suas cartelas tem com "o pessoal do design e da moda", licenciou a marca e o estilo das cartelinhas pro desenvolvimento de diversos tipos de produtos, cada um mais lindo que o outro:






Tenho que admitir que comecei a escrever esse post porque vi as bolas de Natal e #MORRI. Eu tinha algumas canecas, mas todas se foram na destruição dos armários da minha cozinha nova, que simplesmente despencaram da parede e quebraram tudo que tinha dentro. Inclusive umas que eram listradas e edição especial feita pela Typhoon, que se bobear não consigo nunca mais... Não gosto nem de pensar, pra dizer a verdade. Tudo o que quebrou eu nem me importei, só as canecas....

Falando sobre coisas mais interessantes, acho que é uma ótima idéia de presente de Natal/aniversário/qualquer coisa para aquele seu amigo/namorado/pai/mãe/parente antenado ou que trabalha com design. Muitos dos produtos que coloquei por aqui vendem online, e a maioria entrega no Brasil! E também é uma ótima dica pra quem vai viajar, assim dá pra ficar de olho e comprar coisinhas da Pantone pra presentear quando voltar.


infelizmente acho que as cadeiras são um pouco grandes pra se colocar na mala...


a infinidade de cores de caneca - tão grande quanto as cartelas!


não sabe tomar chá ou café com leite? a Pantone te ensina...


Agora, de todos os produtos o que eu mais adoro é essa caneca aí em cima, que diz através das cores qual é o tipo de café ou chá que você está tomando! Rolei de rir quando vi. 

Wednesday, 9 November 2011

Erin Fetherston: romanticismo no design

Uma das designers que eu A-DO-ROOO é a Erin Fetherston. Como eu sempre fico aqui dizendo, queria muito poder escrever sobre os designers que amo de paixão (Erdem, Proenza Schouler, Erin, Luella Bartley...), mas cadê o tempo pra fazer uma pesquisa digna e não falar besteira?

Vamos ver se agora que a vida tá ficando mais regradinha eu consigo ter um tempinho pra fazer isso, mas por enquanto deixo aqui pra vocês um editorial que a Vogue fez sobre o apartamento de Erin em Nova York, além de um vídeo que a Refinery 29 fez em parceria com a associação de produtores e importadores de algodão que olha o guarda-roupa incrível de Erin. Dá vontade de ser melhor amiga dela só pra poder pegar emprestado tuuuudooooo!




















Dá ou não dá vontade de ser amiga dela, poder ver aquela luminária de velas incrível ao vivo e experimentar esse vestido Chanel vintage? E ah, dica amiga! O vestido lindo que ela tá usando é da coleção dela de primavera/verão 2012 e já já estará à venda no website dela!

Thursday, 13 October 2011

London College of Fashion - o primeiro editorial

Pois é... prometi e tô tentando cumprir. Escrevo depois de sabe-se lá quanto tempo, mas finalmente acho que a vida está se estabilizando. Finalmente. Já não sei nem mais há quanto tempo estou nessa "fase de transição". Nada contra transições mas eu já tava quase fazendo um jantar à luz de velas pra rotina pra ver se ela voltava pra casa...

Compartilho com vocês meu primeiro trabalho oficial para o mestrado, a confecção de um editorial para uma revista imaginária ou verdadeira. As instruções eram bem simples: poderia ser sobre qualquer assunto, com qualquer inspiração e para qualquer revista, desde que tivesse entre 6 a 8 páginas, uma página de apresentação e todas as coisas que se espera de um editorial (créditos, preços, lojas, essas coisinhas de diagramação). E ah, detalhe: teríamos uma semana pra fazer e entregar. Uma mera semaninha. Ou seja, logo na primeira semana já nos jogaram dentro da máquina de lavar pra ver quem conseguia segurar bem o turbilhão.

E eu não consegui. Eu entrei em PÂNICO. Pânico silencioso, porém pânico. Ajudei três amigos de turma com minha câmera - apesar de não ser a melhor fotógrafa do mundo, eu dou pro gasto - e só via o tempo passar, surtando em silêncio. Isso porque eu tive uma idéia que achei *brilhante*. E eu queria segui-la até o final. Eu sou meio assim, não desisto facilmente das coisas. Desapego não está no meu vocabulário; e olha que eu tenho tentado de todas as formas exercitá-lo, mas sempre vem uma nova forma dele se apresentar, e quando eu vejo lá tô eu me segurando que nem capitão de navio no mastro do barco afundando. Fazer o que.

A idéia original veio através da Paula (que um dia escreveu por aqui), que é fascinada por livros de bonecas de papel. Pra quem não conhece, eles são desse estilo aqui:




Você recorta as bonecas e as roupas, e pode trocar sempre que quiser. Parece bobinho, mas isso era o tipo de coisa que levava meninas à loucura no século 20...

Queria fazer um editorial inspirado nessa idéia, com as modelos como bonecas e as peças de roupa que selecionei ao redor, com as abinhas e pontilhados, mostrando direitinho a idéia das bonecas de papel. Só que o grande problema é que essa é uma idéia que confia pesadamente no meu expertise de Photoshop. O expertise que eu não tenho...

E eu juro que eu tentei. De todas as formas. Mas as imagens das roupas nunca ficavam 100% retas (queria elas chapadas como os desenhos das bonecas acima) porque eu não tinha como tirar as fotos de cima delas, flutuando... elas não "cabiam" direito nas modelos-bonecas, isso sem contar que eu demorei três dias só procurando por peças de roupa para contar uma estória, tirando fotos e pensando em como eu ia fazer com o bendito Photoshop. Pensei até em esquecer tudo e só desenhar, mas aí me deparei com várias imagens de moda já feitas nesse estilo, e eu queria ser original.

O resultado? Esse aqui:


 


 



 

Não era o que eu queria - queria colocar as roupas por cima das modelos (que, aliás, são amigas minhas de turma!) e fazer um editorial de verdade. Mas acabou que o que saiu de mim foi um trend report. É o vício do trabalho, misturada com a falta de capacidade/tempo de fazer a idéia que eu inicialmente queria.

Mas... ou melhor, *maaaaassssssssssssss*... o meu editorial foi escolhido entre os quatro melhores da turma. Eu JURO que achei que estava na mão do professor porque ele ia dizer "teve um que fugiu do tema, bla bla bla, whiskas sachet". Mas nem foi. Ele elogiou minha atenção aos detalhes (o tal do desapego se apresentando em outra forma...), o fato de que eu fui a única (e eu até me impressionei com isso) a realmente se preocupar com o propósito do projeto e colocar tudo o que uma revista colocaria num editorial seu, e particularmente adorou a idéia. Havia um amigo dele que é fotógrafo analisando os projetos também, e ele particularmente adorou o fato de que eu coloquei todas as roupas no tamanho certo para caber nas modelos. Como eu disse, quando eu me prendo a algo, não solto não...

E foi isso. Passei uma semana dos infernos, três dias mal dormidos e um (o do domingo para segunda, dia da entrega do trabalho) totalmente sem dormir. Mas valeu a pena. Só espero manter o pique.

O trabalho para a próxima segunda? Tenho que escrever um obituário para Anna Wintour. Cada um teve que sortear uma celebridade da moda, e eu tive essa sorte grande. Not. Mas, vamo que vamo. Depois conto o resultado.

Monday, 13 June 2011

de onde vem a sua bolsa de couro?

E os assentos do seu carro, o detergente que você lava roupas, a sola dos seus sapatos? Ninguém gosta de falar sobre temas *controversos* da moda porque não importa o que você fale sempre tem alguém que vai te tacar uma pedra. Mas a BBC, como sempre, vem com uma ótima e imperdível série sobre os processos produtivos não só da moda, mas de TUDO que usamos no nosso dia-a-dia. Entitulado "Kill it, cut it, use it", a série é um spin off da já famosa "Kill it, cook it, eat it", que mostrava como a indústria alimentícia faz seus produtos.

Tudo começa sempre com uma vaca, um porco, uma ovelha. O resultado final é sempre lindo e provavelmente todo mundo tem um em casa - ou deseja ter! Mas pode ter certeza o caminho entre o pasto e a sua casa é mais do que meramente tortuoso.

Eles mostram MESMO os animais sendo mortos no programa, a forma como são mortos, o processo de fabricação completo. E, claro, mostram ao vivo para um bando de desavisados que usam e abusam daquele produto sem saber de onde ele vem. Se pela TV o resultado é muuuuuuuuuuuuuito chocante, eu não tenho a menor idéia de como essas pessoas conseguem aguentar o negócio ao vivo. Neste exato momento o programa está no ar, e eu tô vendo uma vaca sem pele e literalmente aberta ao meio com seus intestinos sendo puxados para serem transformados em CORDA DE RAQUETE DE TENIS. E, sendo que a menos de 10 minutos atrás eu vi uma vaca ter sua pele retirada e suas partes internas cortadas - o coração ainda batia (contrações involuntárias, a vaca já estava morta, ok?). Pois é, não é pra qualquer um...

Pra quem tá interessado em saber mais sobre a série, consegui um vídeo do comercial. Assim que me mudar pra Inglaterra - e tiver acesso aos arquivos da BBC! - vou colocar tudo isso no ar porque acho que vale muito a pena de ser compartilhado.




Como sempre digo, informação é o melhor caminho. Não vou parar de comer vaquinhas (apesar de querer muito!), mas cada vez mais fico confiante de minhas decisões porque sei que as tomo com consciência. Saber mais sobre o processo produtivo de tudo que consumimos - e não só as coisas da moda! - é o melhor caminho pra encontrarmos soluções plausíveis para um futuro mais ecológico e realista.

P.S.: Agora estão mostrando como se faz cerâmica fina (e de alta qualidade) para pratos e sets de chá com ossos de vaca. Cola comum (aquela Pritt em bastão, o super-bonder, todas) com colágeno da vaca e espuma anti-fogo (aquela que fica nos bujõezinhos obrigatórios dentro do seu carro) feito de casco de vaca. Se por um lado eu me sinto mal em comer vaquinhas, é bom saber que "as sobras" também tem seu uso e a maioria das coisas não são perdidas.

Tuesday, 19 April 2011

Jeggings, tênis com salto e outras coisitas mais

Quem é que nunca pensou que jeggings (aquelas leggings que imitam jeans) era algo incrível em idos de 2007 que atire a primeira pedra. Mas hoje em dia, realmente, temos que rir de certas invenções... E tá aí o College Humor fazendo uma ótima sátira aos 'combos', aquelas peças que não são nem uma coisa nem outra.




Aliás, não sei como eles não colocaram Ugg Boots na lista. Entendo perfeitamente o uso por quem mora perto de um dos círculos polares. O resto da humanidade, infelizmente, não tem essa permissão.

Friday, 11 February 2011

os convites da New York Fashion Week

Como havia falado em um post anterior, os convites para desfiles aqui no Brasil raramente são "mirabolantes". Há exceções, claro; e também sei que, por motivos de contenção de custos, os convites são sempre um tema que acaba por perder investimento na hora do aperto. Mas fica aqui a dica pra quem quiser fazer convites mais diferentes, seja para desfiles ou para outro evento!

















 


Os convites abaixo foram compartilhados pelo pessoal do Refinery 29 e são de desfiles dessa temporada de outono/inverno 2011-12 e também da temporada passada de primavera/verão 2011.

novo site: Fashiolista

Posso dizer que esses últimos meses me fizeram não estar tão conectada com as novidades "internéticas" da moda... trabalho, viagens, descanso. Mas tenho que assumir: tem épocas em que naturalmente nos desligamos mais da internet. São aquelas coisas de altos e baixos.

Então não sei se isso é uma novidade *novidaaaaade*, sabe? Devem ter algumas de vocês que já ouviram falar ou até mesmo são utilizadoras. Mas devo dizer que estou curtindo muito esse novo site/app/compartilhador de estilo! O Fashiolista é tudo isso em um. É um site que permite que você "ame" todas as coisas - roupas, sapatos, bolsas, jóias - que você vê por aí. Por enquanto ele permite que você coloque um "tag" em imagens que circulam pela web; mas não duvido que já já pessoas possam fazer uploads de suas próprias fotos.




Pra participar é super fácil: você se inscreve no site, baixa um aplicativo que é instalado automaticamente ao lado da barra de navegação do seu browser e ali aparecerá um "coraçãozinho". Toda vez que você ver uma imagem de uma peça de roupa ou acessório que goste, é só clicar no coraçãozinho que automaticamente abrirá uma mini-página dentro da página que você está navegando, com espaço para você escrever tags para a sua imagem - sei lá, tipo "dress, red, urban outfitters" - e confirmar que você gostou daquela imagem.

Todas as imagens que você selecionar aparecerão no seu perfil como o seu estilo, e entrarão numa database do site. Todos podem navegar por essa database, gostar de coisas de outras pessoas e, claro, as pessoas que "descobrirem" mais coisas para colocar na database e tiverem mais pessoas gostando de seus "achados", vai subindo no ranking do site.

Você pode chamar amigos para participar, seguir o estilo de pessoas que gosta, e enviar mensagens a participantes. E, também muito importante, você sabe de onde aquela imagem foi tirada. Se você se interessar MUITO, pode clicar no link oferecido pela imagem e ser redirecionado para o site, podendo assim comprar a peça.

Achei uma ótima ferramenta. Tantas vezes que estamos buscando, sei lá, *o* vestido preto, ou uma camisa com uma golinha especial, uma bolsa que combine com a roupa X ou Y... e isso me pareceu uma forma mais rápida de navegar pela internet modística sem precisar entrar em 25 sites diferentes. E também uma forma legal pra quem sempre teve vontade de compartilhar seu estilo mas não queria se expor com fotos vestindo peças de roupa (eu estou incluída nesse grupo!). Achei que o site é um lookbook.nu sem a exposição, e adorei.

Eu fiz o meu e estou usando avidamente (aliás, eu entro demais em sites de roupa pra ficar analisando tendências, então...). Pra quem quiser entrar no site e/ou conferir o estilo desta que vos fala, é só ver aqui embaixo e clicar!



Thursday, 10 February 2011

Anna dello Russo vestida de... roupas normais???

Sabe aquelas piadas que faziam sobre a Lady Gaga, que ela só chocaria *de-ver-da-de* quando aparecesse de jeans e camiseta? Pois o mesmo pode ser aplicado à Anna dello Russo.


 Anna dello Russo no dia-a-dia...


A editora-chefe da Vogue Nippon, se bobear mais conhecida pelo seu jeito super extravagante de se vestir que seu trabalho, apareceu em uma foto no Twitter de jeans, suéter cinza, cachecol simples e botas.


... e Anna dello Russo "vestida para chocar".


Pessoalmente acho que muitas vezes ela exagera, mas dá pra ver por essa foto que ela é chique e tem estilo, mesmo de jeans e suéter. Aliás, passei a respeitar muito mais agora. E, pra quem não acreditava que essa temporada de inverno que começa no Brasil (e a de verão seguinte, que já começa por aqui) tem como base o minimalismo, taí mais uma prova cabal! Menos tá sendo definitivamente mais...

Tuesday, 9 November 2010

editorial: "Star Signs" - British Vogue December

(English after the pics)

A Vogue britânica raramente me decepciona - aliás, a Elle britânica tampouco, só que essa se mostra cada vez mais focada em mostrar uma moda mais acessível, enquanto a primeira não larga a mão de jeito nenhum dos grandes designers. Esse editorial é criativo, super interessante e não tem a menor cara de editorial de moda - coisa que eu gosto bastante. Como já havia dito em posts anteriores, detesto modelo fazendo cara/pose óbvia de modelo, e são esses editoriais que saem do lugar comum que mostram quem são as modelos *de verdade*.

Siri Tolleröd está ótima, enquanto o fotógrafo Tim Gutt, a estilista Kate Phellan e a cenógrafa Shona Heath merecem mais que um mero parabéns - o editorial entra para a lista (muito pequena) dos meus favoritos. E um parabéns constante a Alexandra Shulman, editora da Vogue UK. Seu trabalho tá cada vez melhor e ela tá conseguindo, aos pouquinhos, estabelecer a edição britânica como específica, relevante e única.






























ENGLISH: Over the past few years British Vogue has been upping its game and I am l-o-v-i-n-g it. Talking about that, British Elle is also improving; but while they are establishing themselves more as a "mix-and-match from high street, vintage and designer" friendly magazine, Vogue isn't letting go of its high end roots. Vogue's December magazine bring this lovely editorial, entitled "Star Signs" - very creative and far away from those regular magazine editorials where there's a model in a swanky place doing her "model faces". As I've mentioned before here, I hate when models do those obvious poses and faces; this type of editorials show who the "real" models are.

Siri Tolleröd looks great, and photographer Tim Gutt, stylist Kate Phellan and set designer Shona Heath deserve more than just a mere "well done" - this editorial will go into my (very small) list of favourites. And a big congratulations to Alexandra Shulman, whose recent years at Vogue are proving to be her best. She's managing to make Vogue UK relevant, unique and with a distinct British style.

 
BlogBlogs.Com.Br