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Monday, 30 August 2010

Como foi a premiação do Emmy / how the Emmy Awards was

(English below)

Aqui tá um presentinho pra quem não pode assistir ao Emmy ontem à noite. São dois vídeos; o primeiro mostra a abertura do programa fazendo uma paródia de um episódio de Glee. Nele, Jimmy Fallon, Tina Fey, grande parte do casting de Glee e muitos outros atores cantam "Born to Run" de Bruce Springsteen - entre *outras coisas*... Já o segundo é uma "homenagem" que Jimmy Fallon fez para as séries de grande audiência norte-americanas que terminaram no ano passado: 24, Law & Order e Lost. Ambos são im-per-dí-veis.

Here is a little present for those who weren't able to watch the Emmys last night. They're videos showing the opening of the Awards and a "hommage" Jimmy Fallon composed to Lost, 24 and Law & Order - three series which ended last year. Both of them are hilarious and unmissable.









P.S.: Esqueci de dizer no outro post: quem quiser ver os looks toooooodooooos das celebridades no tapete vermelho, é só entrar no Socialite Life. / For those who wish to see all the celebs - and I mean all! - just check Socialite Life. You'll be spoilt for choice.

62th Emmy: últimos looks do tapete vermelho!

*Finalmente*. Depois de 17 horas fazendo essa coleta de informações e montando as colagens, chegamos ao final do looks femininos do tapete vermelho do Emmy. Sim, femininos, porque o post para os meninos ainda será feito. E, se eu tiver pique, faço uma escolha dos melhores vestidos da noite - se é que dá pra fazer essa compilação! Dêem uma olhada nos últimos looks que tenho por aqui (quem quiser ver o resto, é só ir descendo no blog, tem muito mais looks pra trás!):

1. Claire Danes: como minha amiga Jessie disse, quem te viu quem te vê, Danes! Teu Armani Privé provavelmente te fez ser a mais bem vestida da noite - e com Hugh Dancy a tiracolo eu também ficaria sorrindo à toa. Claire tá a definição de glowing: será que vem um bebê por aí?





2. Kelly Osbourne: Kelly pegou Lea Michele pela mão e as duas viraram melhores amigas de cabeça de pirulito. Não que Kelly não tivesse que emagrecer e cuidar de sua saúde, mas passou do limite. Que tal uns quilinhos pra contrabalancear a cabeça? O vestido Tony Ward Couture é legazinho mas os detalhes dessa saia me lembram uma bolsa gigante Chanel. Ou um sofázão. Como a imensa maioria, nem lá nem cá. Bem zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.....





3. Jennifer Carpenter e Julie Bowen: Se o vestido de Carpenter não for um Armani Privé, eu quero saber quem é o designer porque, amigo, que cópia da boa! A mulher de Michael C. Hall (Dexter) estava linda! Ok, a maquiagem escolhida por 11 entre 10 celebs no tapete vermelho ontem, mas mesmo assim o resultado final foi uau! E Bowen, que também escolheu a maquiagem-unanimidade, estava com um Jat Mendel azul marinho intrigante. Eu deveria não gostar desse vestido: os babados nos seios são assimétricos, o sereísmo vem até com direito à barbatana nos quadris e o tecido amassava mais que sei lá o que (veja na montagem logo abaixo)... mas, sei lá, simpatizei.





4. Katrina Bowden, Julie Bowen e Jessalyn Gilsig: Katrina é a Cerie de 30 Rock e dada a fama que a série tem nos Estados Unidos a menina bem que podia se esforçar mais... Um vestido meio-madrinha-meio-formatura-meio-Barbie, dá pra ver que Katrina confia na beleza natural. Mais alguns anos e isso muda rapidinho... Julie Bowen e seu vestido amassado. Será que é de linho? Jessalyn Gilsig é a Terry de Glee. Ela me pareceu bem mais nova que na série, acho que os maquiadores a fazem ficar meio *acabadinha* pro papel... Seu vestido Nicole Miller não é nem lá nem cá, maquiagem e cabelos indo com a maioria. Definitivamente o Emmy Maria-vai-com-as-outras.





5. Wanda Sykes, Padma Lashkmi e Paula Abdul: Todo mundo no território "inho". O vestido de Wanda Sykes ficou surpreendentemente bem dada a sua pancinha, o colar de Padma com temática native-american é meio estranho, e Paula Abdul, bom.... pra Paula Abdul tá a oitava maravilha do universo! Apesar de estar mais que high on life ao ser entrevistada por Ryan Seacrest, Paula acertou em cheio. É simples sim... mas pelo menos não é um miss!





6. Amy Poehler, Maura Tierney e Toni Collette: Amy deu à luz faz três semanas; mas, dado que é Hollywood, isso não é desculpa pra esse vestido com cara de jersey-que-comprei-na-feirinha. Maura Tierney usou um vestido da loja vintage The Way we Wore - e eu queria tanto, mas tanto gostar! Mas não gostei não. Toni Collette pegou uma chuvarada no caminho, minha gente, uma loucura! Essa gente não aprende que esse tipo de vestido não fica legal?





7. Glenn Close, Edie Falco e Susan Sarandon: Na TV ele parecia simples demais, nessa foto tá ótimo e em outra imagem ele tava um horror. Logo, não sei o que dizer sobre esse vestido de Glenn Close. Edie Falco, quase pressentindo que ia ganhar, sacou ar armas mais pesadas e reservou um Bottega Veneta. Mas o que parece é que o vestido não foi acertado direito para Falco; a cintura tá muito baixa, o corset parece meio largo e os acessórios deixam um pouco a desejar. Susan Sarandon tá DO-MI-NAN-DO os red carpets ultimamente. Entra junto com Claire Danes e Paula Abdul na lista do "quem te viu, quem te vê". Meu sonho ter a idade dessa tia e tá desse jeito. Tim Robbins tá em casa afogando as mágoas no Ben & Jerry's. E a filha deles não parece com a Whitney Port?





8. Jewel, Giuliana Rancic e Marishka Hargitay: vibe "inha" na versão nude. Dormi, acordei e voltei a dormir. Vou nem comentar muito. O vestido da Jewel é bonito no close mas rosinha e rendinha não dá. Tão doce que dá ânsia.





9. O casting feminino de Glee: Amber Riley entrou no ônibus da deusa grega mas, pra mim, foi a menos pior da noite. Naya Rivera está walking on sunshine e esperando Ferris Bueller na porta da escola pra ir pro baile. Lea Michele já falamos por aqui; mas a vibe Saloon no velho oeste fica. Jenna Ushkowitz tava no time das "inhas".



Heather Morris, uau! De onde saiu essa menina? Aparentemente alguém não quer ser do segundo escalão de Glee... Jayma Mays já falamos aqui, assim como Dianna Agron. E Jane Lynch, que ganhou Emmy e tudo? O corpo de Lynch é suuuuper difícil de vestir - ela é bem grande e tem ombros bem largos - e eu acho que esse vestido assimétrico funcionou exatamente como o livro manda. Cortou os ombros de Jane e a colocou mais em proporção. Não é nada espetáculo mas funciona bem. Sue would be proud.





10. O casting feminino de Mad Men: De Christina Hendricks e January Jones já falamos - e de Elizabeth Moss não há o que falar. A não ser que ela deve disputar a tapa o posto de próxima mulher de Brad Pitt. Só usa nude e preto! Sono total.





11. O casting feminino do The Office: Mindi Kaling quer participar de Wicked como a Bruxa Má do Oeste. Já Kate Flannery e Jenna Fischer dividem a mesma stylist -e ambas deveriam mandá-la embora.





12. Jane Krakowski: Finalizo com Jenna Maroney (personagem de Jane em 30 Rock), um dos amores da vida do meu marido. Seu Escada *custom-made* - que ela fez questão de dizer aos apresentadores da NBC, bem ao estilo Jenna de ser - tá bonito e "classudo". Só podiam ter tirado esse excesso de pano lateral - que tá horrendo, por sinal. E uma bolsa mais contrastante, sabe? Um fucsia, sei lá. Aí sim ficaria perfeito.




Ufa! Acabou! Amanhã posto os looks dos meninos. E ah! Quero saber o que acham, hein? É pra soltar o verbo nos comentários!

62th Emmy: mais uma leva de looks do tapete vermelho!

Nossa, nada como uma soneca pra matar o cansaço. Quatro horinhas de sono e estou renovada! Mas vamos ao que interessa - mais looks do tapete vermelho!

1. Dianna Agron: Eu realmente gostaria de amar esse vestido - e, olhando para as foto, é realmente impressionante a quantidade de detalhes, a brincadeira entre o fundo preto e a renda clara, os laços e fitas, o tule... Mas vendo na televisão Dianna parecia o abajur do Moulin Rouge (Lietchka acertou perfeitamente nesse comentário)! Ou seja: vestido ótimo pra fotos mas feio na "vida real". Nem vou comentar maquiagem e cabelo porque oi? Cansei já.





2. Maria Menounos: E o prêmio J. Lo vai para... Pra não dizer que não falei bem, eu gostei do batom. Eu acho vulgaridade um dos maiores pecados que uma mulher pode cometer - e não só porque ela é bonita e/ou estrela de Hollywood que pode se safar dos comentários. O vestido da Ralph & Russo seria infinitamente mais bonito se fosse todo fechado, ou talvez com uma abertura oval ou um caimento dramático nas costas. Desse jeito só ficou parecida como escort de luxo.





3. January Jones: Eu adoro essa menina. Porque ela tenta. Se esforça, vai atrás, arrisca. Nem sempre dá certo - e eu até agora não sei se deu - mas ela tá lá, tentando ser uma Chloë Sevigny, uma Zooey Deschanel. Quirky yet cool... Cabelos desgrenhados à parte, esse corte novo é uma belezura! E os detalhes do vestido - Atelier Versace - são embasbacantes, não tem nem o que discutir. Mas de novo esse busto meio-Madonna-meio-anos-60-futurista que não cai muito bem. Só por isso que fiquei em cima do muro, devo dizer. Mas, se comparando com o resto do pessoal, foi definitivamente um vencedor.





4. Emily Blunt: o que fizeram com os dentes dessa menina??? Eu não sei se ela tá usando um Invisilign ou se isso é efeito de excesso de porcelana. Mas tá tão estranho que até influi na expressão facial dela! Tô em choque. No mais, vestido assim meio ninfa demais eu não curto; se fosse o mesmo modelo mas em uma cor mais tchan eu sei que ia adorar. O cabelo também tá meio estranho, colado demais na cabeça.





5. Rose Byrne: Vibe deus grega? Check. Coque bufante? Check. Maquiagem com cara de sem maquiagem? Check. Pronto, pode sair pro red carpet. Tão genérico que tá ficando brabo... E pensar que eu achei que ela seria algo mais interessante quando foi escolhida por Marc Jacobs pra vestir um de seus vestidos (um amarelo liiiindoooooo) para o Met Ball de 2009.






6. Lauren Graham: taí um look que tinha TUDO pra dar certo. Sandália linda, esmalte na cor certa, maquiagem legal (ok, na mesma vibe de todo mundo, inclusive o coque...), acessórios de-ma-tar, um vestido interessante e diferente... mas não deu certo. E olha que quando Lauren estava no palco para apresentar um prêmio eu até fiquei um pouco na dúvida, mas vendo essas fotos... O problema é que, de lado, parece que ela enfiou um guardanapo gigante no vestido. De frente o corte assimétrico e bruto deixa Lauren com formas meio masculinas na parte superior de seu corpo. Se mexendo esse efeito não aparecia tanto, mas nas fotos dá pra ver perfeitamente. Uma pena. Por isso que sempre devemos ter um costureiro amigo - e Yigal Azrouël não é teu amigo, Lauren!





7. Kyra Sedgwick: Se compararmos esse look com o resto do red carpet, Kyra definitivamente é uma das melhores da noite. Mas, pelo que vimos, isso não quer dizer muita coisa, né? Eu gosto do corte do vestido; é clássico e sempre favorece a silhueta de qualquer mulher. A construção dele está linda e cabe em Kyra como uma luva. Mas o que me intriga é: ele é de veludo??? Quando vi na TV, jurei que era de veludo. Nas fotos não consigo perceber direito. E veludo em agosto e em Los Angeles... pelamordedeus, minha gente! Também não gostei do cabelo excessivamente grande - acho que tem uma idade que a gente tem que aprender a let go. Mas, no conjunto da obra, gostei.





8. Christina Hendricks: eu concordo com as Fug Girls sobre Christina Hendricks. Será que não é possível que estilistas não consigam vestir uma mulher com curvas? Com peitão? E olha, ela nem é tãaaaaao assim enorme como todo mundo pensa, ok? Tia é normal, gente como a gente. Assim é que vemos como é difícil para um designer fazer roupa pra quem não é um palito. O povo só é treinado pra isso e pra pensar assim... Por isso que nunca ficamor tão bem quanto uma modelete na passarela. O vestido cai bem mas a frufruzada e as pregas na altura do quadril não funcionam pra mim. Um é feio e o outro faz parecer que ela tá quase explodindo no vestido.





9. Lo Bosworth: Mais um belo exemplo de como certos modelos só funcionam na passarela. Se você tem menos de 1.75m e não é relativamente magrinha, fuja como Judas da cruz de modelos como esse, que terminam na atura da canela. Eles só te fazem ter a aparência de mais baixa e mais gorda. Definição de tampinha e rolha, sabe? E olha que a menina do The Hills aí quase conseguiu pull it off. Quase. No lado positivo, o batom é bonito e combina bem com a cor do vestido - que por suz vez combina bem com os brincos. Idéia boa que quase deu certo.




E aí, o que estão achando dos looks? Ainda tem mais um ou dois posts recheados de fotos do tapete vermelho - e um dedicado somente aos meninos! Mas agora vou pegar um pouco mais leve porque, afinal, meu cérebro tá quase dando CRTL + ALT + DEL. No próximo post deixo uma surpresinha aos que não viram o Emmy ontem à noite.

Tuesday, 8 June 2010

tendência: a influência das séries adolescentes na moda

Essa tendência não é nova; muito pelo contrário. Desde que a televisão invadiu nossas casas temos essa *necessidade absurda* de ter o que apareceu na telinha, seja isso um vestido, uma bijoux ou até mesmo uma geladeira. A idéia é bem simples: nós vemos algo que nos interessa na TV, aquilo nos gera um desejo de tê-lo - seja porque a heroína da novela veste algo lindo ou porque um personagem de uma sitcom norte-americana menciona um produto desconhecido - e procuramos incessantemente informações sobre aquele produto até conseguirmos consumí-lo.


e desde então nossas carteiras nunca mais foram as mesmas...


Se o produto aparece por diversas vezes na TV então... aí é que o desejo é cada vez maior. Provavelmente essa descrição já serviu para algo que você viu na TV - assim como 99,99999% de todas as pessoas no mundo ocidental (e quiçá no mundo inteiro). Seja intencional ou não, muitos programas de TV acabam por promover marcas e produtos, e isso pode ser interessante para companhias e emissoras.

Nos anos 50 a série norte-americana I Love Lucy foi a mais vista durante seus seis anos de produção, e a procura por produtos veiculados na série mostrou a publicitários que programas de sucesso na TV eram uma forma muito interessante de propaganda. De toda forma, o termo "product placement" e a prática de companhias pagarem para terem seus produtos veiculados em programas só se tornou prática comum a partir dos anos 80.


notem como o product placement era super disfarçado!


Também a partir dos anos 80 que o mercado de séries destinadas ao público adolescente expandiu de forma assustadora. Se antes haviam algumas séries destinadas ao público jovem - como The Monkees ou A Família Partridge - a década de 80 cimentou o público adolescente como alvo. Séries como Fresh Prince of Bel Air, Saved by the Bell, Happy Days, Facts of Life, e a mais conhecida Beverly Hills 90210 - que no Brasil foi bizarramente chamada de "Barrados no Baile" - fizeram sucesso estarrecedor nos Estados Unidos (e ao redor do mundo), mostrando a produtores, emissoras e executivos de marketing que esse nicho traria muitos lucros.


mesmo sendo Brenda ou Kelly, as calças semi-baggy afligiam a todos
- e o pior é que a gente gostava!


E definitivamente eles não estavam enganados. O product placement parece tomar novo rumo em que o público adolescente é alvo primário. Glee e a nova versão de Beverly Hills 90210 serão alvos de produtos baseados nas séries, mais especificamente coleções de roupas criadas a partir de seus personagens. Esse passo não é uma estratégia nova - a Disney é mestra em fazer filmes e séries infantis e vender milhares de produtos relacionados aos seus personagens. Porém é a primeira vez que as emissoras das séries entram em parcerias com marcas para desenvolver produtos de moda que levem o nome de suas séries.


o novo 90210 é tão trend conscious que as meninas apareceram na capa da Nylon!


Mais que mera inspiração - como diversas marcas já fizeram com Gossip Girl ou Sex and the City - dessa vez o negócio é "mais embaixo". A CBS anunciou juntamente com a marca Bebe uma parceria para fazer uma coleção de roupas inspirados nos quatro personagens femininos da série. E a Fox, emissora que veicula a série Glee, anunciou recentemente que a Macy's e a mega-cadeia de acessórios Claire's estão negociando suas parcerias. Ambas emissoras dizem que não querem vender "somente produtos de merchandising", como camisetas com logos das séries, bonés ou *tranqueirinhas*. O que querem é colocar à disposição do público são produtos realmente inspirados pelos armários dos personagens, itens que tenham apelo aos fãs da série e a pessoas que tampouco vejam a série.


eles se acham losers, mas os marketeiros acham que suas roupas são über-fashion


É inteligentíssima a jogada. Se antes pedíamos desesperadamente por peças do armário de Sex and the City, agora o pedido foi realizado. Um pouco tarde (e talvez com as séries erradas, né... alou CW, cadê você no grupo!) mas pelo menos é um movimento na direção certa. Muitos podem dizer que isso é mais uma ajuda ao consumismo extremado - e eu até concordo quando o público alvo primário é o adolescente - mas por outro lado facilita demais as procuras incessantes por produtos que não sabemos a marca, de onde vieram e como conseguí-los. No mais, acredito que o problema principal do consumismo não é externo, e sim interno. Cada um é que tem que saber seus limites e aprender a controlar seus impulsos. Como tudo na vida, moderação é a chave.

Agora, o que quero ver é o resultado dessas parcerias e se elas valerão a pena a ponto de serem realmente usadas dentro das séries (até agora não houve menção de que elas seriam adotadas ao figurino). Porque se forem, aí sim vai valer a pena toda essa estratégia de marketing ousada.


P.S.: Pra quem quiser ler sobre product placement e a influência deles nas séries de TV, seguem os links:

Monday, 24 May 2010

editoriais: Raquel Zimmermann e Matthew Morrison para Vogue US

Sejamos honestas: de moda mesmo esse post não tem é nada. Pra Brasil ele não tem nada. Porque, né, biquinis e maiôs é com a gente. Mas quem é assíduo aqui sabe que a Zimmermann é a minha modelo brasileira favorita (lindona demais!) e eu tenho que assumir, Glee tem sido meu "novo" Gossip Girl. Gente, tem coisa mais ridícula mulher de 30 anos de idade ver programa de TV de adolescente (se bobear pré-adolescente)?!? Pois é, mas eu vejo. E o Matthew Morrison é *delícia*. Pros iniciados, Mr. Shue is the new Chuck Bass. Não que Ed Westwick esteja fora de moda - aceitamos ele de presente qualquer dia. É só enviar.

Mas, vamos ao que interessa, o editorial - e até tem uma jaquetinha ali, uma saia aqui pra gente aproveitar e dizer que tem algo sobre moda nele:










Ao meu ver o clima do editorial ficou super bem-feito; ao ponto de ter me dado saudade das praias (que eu nunca ia, devo dizer) do Rio e o verão! Ainda bem que o calor chegou por aqui - finalmente, no meio de maio! - e poderei fingir que gosto de praia por umas duas horinhas. Depois disso, volto ao meu estado natural de odiar areia e sol quente.












Os biquinões estilo anos 50 estão fenomenais, acho que por isso gostei do editorial e me deu vontade de ir à praia. No que concerne biquinis, eu prefiro muito mais o estilo antigo/retrô dos anos 40/50. Dá um ar de feminilidade muito maior a mulher, tem uma cara super chique e não tem nem um centímetro de vulgaridade (por mais que a pessoa que o use tente). O maiô da Balenciaga (foto 6), em especial, me dá vontade louca de comprar - se não fossem os 450 dólares que ele custa. E nem me incomodaria em ter a saia da Proenza Schouler também não (foto 4).

Aliás, seria muito legal se alguma marca de biquinis brasileira fizesse esses maiôs/biquinis estilo antigo. Na verdade, seria muito legal se alguma delas fizesse biquinis com modelagens em um padrão mais internacional. Nada contra os biquinis brasileiros - eles são os mais lindos sempre! - mas o pessoal exagera na pequeneza. Toda vez que volto ao Brasil e tento comprar um, vou direto para o G (se não tiver GG) - porque as pessoas fora do Brasil não estão acostumadas a ver a pequeneza de nossos biquinis fora das fotos das praias do Rio. O pessoal fica assustado MESMO.

E eu acho que não só eu que ficaria muito feliz se os tecidos dos biquinis fossem um pouco mais generosos. Parece que pessoas acima de 25 anos de idade não podem ir a praia! Mesmo se tendo um corpão, tem gente que, com a idade, começa a não querer mostrar tanto quanto antes (o caso de quem vos fala). E biquinis com padrão internacional seriam uma ótima solução para essas pessoas. Então Rosa Chá, Salinas - e qualquer outra marca que exporte -, comecem a vender o tamannho internacional dentro do Brasil também? Tenho certeza que não só eu vou agradecer.

 
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